The walking dead: O que vale mais para uma marca, engajadores ou zumbis?

23 de janeiro de 2013

Não é de hoje que muito se discute sobre patrocínio de posts, compra de "curtis", campanhas que não correspondam ao segmento da marca visando simplesmente o maior número de curtidas em fan pages e seguidores. A grande questão é: até que ponto vale uma marca pagar para ter o maior número de fãs e seguidores, do que realmente ter engajadores e admiradores? Será que é possível mensurar sentimentos de curtidas fora da curva? É possível gerar engajamento com seguidores zumbis? #engajamento…. Vale lembrar que uma marca na rede social só existe quando gera engajamento e envolvimento. É preferível ter 200 seguidores que escrevem, compartilham, colaboram e sugerem melhoria de produto ou serviço do que dez mil zumbis que não possuem nenhum tipo de envolvimento, sentimento e relacionamento com a marca. É preciso entender que redes sociais são pessoas e a tecnologia é quem viabiliza o relacionamento entre elas. #planejamento... Nesse sentido, quando uma empresa busca internamente discutir qual será o seu posicionamento nas redes sociais é fundamental alinhar um plano de comunicação. Não adianta estar por estar na rede ou porque seu sobrinho falou que é legal! A sua marca não é uma tentativa e (....)

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Consultoria vê Brasil como 4º maior e-commerce em 2016

18 de janeiro de 2013
Categorias: e-Commerce, Tendências

Em 2012 o Brasil movimentou 3,1% das vendas realizadas pela internet, ficando em 7º no ranking global, na frente de países como Rússia, Coréia do Sul e Itália. Os primeiros rankings são os Estados Unidos, China e Japão. Estes dados foram divulgados pela consultoria italiana Translated, referente ao estudo “T Index”. A empresa prevê que o mercado brasileiro alcance a participação de 4,3% no e-commerce mundial em 2016, o que deixaria o país em quarto colocado no ranking mundial. Com esta previsão o Brasil ficará, por exemplo, à frente da Alemanha, que deve terminar 2016 com 3,9%. Atualmente, os alemães giram 4,6% do e-commerce mundial. A redução dessa fatia não aconteceria pela piora dos resultados da Alemanha, mas pelo crescimento mais acelerado dos outros mercados. Segundo o estudo, a China será o maior mercado mundial de vendas online com 20,1% do movimento global em 2016. Em seguida, aparecem Estados Unidos (15,6%) e Japão (4,6%). Após o quarto lugar do Brasil, segue a Alemanha, Rússia (3,6%) e França (3,2%). Fonte: Exame.com

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O futuro do checkout para aumento de conversão

15 de janeiro de 2013
Categorias: e-Commerce, Tendências
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O checkout em uma loja virtual compreende as etapas para a finalização da compra, é um processo tão importante quanto à venda em si, não adianta convencer o cliente a comprar, se ele não finalizar o seu pedido. Inicia no carrinho de compras, etapa na qual o cliente decide comprar, e vai até a efetivação do pedido. No modelo tradicional de checkout geralmente temos cinco passos. No início o cliente se cadastra, ou fornece seus dados para se logar na loja, em seguida escolhe/ confirma o método de entrega, escolhe o meio de pagamento que é mais conveniente e por último recebe uma confirmação deste pedido, se foi aprovado ou não. Os formulários de checkout nas lojas virtuais brasileiras são em sua maioria extensos, pois o objetivo é conhecer o cliente, obter as informações necessárias para trabalhar campanhas segmentadas pelo perfil do e-consumidor. Esta é uma prática comum que observo nas lojas virtuais, só que em muitos casos temos cadastros longos e nenhuma ação é realizada posteriormente. Se os dados não são utilizados para realizar campanhas segmentadas, porque as lojas virtuais continuam pedindo muitas informações para os clientes? De acordo com estudos conduzidos pela (....)

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V-Commerce não é tendência, é realidade!

14 de janeiro de 2013

Sabemos o quanto é fundamental promover os nossos produtos e serviços, principalmente quando se trata de comércio eletrônico, pois visualizar aquilo que se pretende comprar é sem dúvida um dos fatores para decisão de compra. Não é mesmo? Nesse sentido, o minuciosos para despertar ainda mais o interesse do e-consumidor. Entretanto, esse recurso é pouco explorado, pois boa parte dos lojistas insistem em utilizar os vídeos dos próprios fornecedores, assim como as fotos e descrições dos produtos. O ideal é que o próprio lojista faça sua produção de vídeo, pois o seu maior patrimônio é a sua loja virtual. Segundo o Ibope Nielsen, o número de pessoas que navegaram em sites de vídeos e filmes chegou a 37,8 milhões de brasileiros em 2012, o maior patamar já alcançado pela categoria. O número de visita média no mundo é de 4 bilhões por dia. É como se metade da população mundial acessasse o site diariamente.   Design: Mariana Savelli A mídia online… O vídeo produzido para sua loja virtual, sendo publicado no YouTube, ganha maior presença e visibilidade. Não podemos descartar outros sites de vídeos, mas o "filho" do Google (....)

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Maurício Trezub, CEO da Ciashop, na Rádio CBN

11 de janeiro de 2013
Categorias: Ciashop, Marketing

Confira a entrevista com Maurício Trezub, CEO da Ciashop, na rádio CBN. Falou sobre o e-commerce (vendas, números e expectativas) e abordou um dos principais temas do mercado que é a plataforma. Além disso, comentou sobre as vantagens do comércio eletrônico, com dicas para quem já tem uma loja virtual.

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